Políticas de igualdade têm impacto na Educação e são celebradas no Dia da Consciência Negra

Programas, ações e políticas de superação do racismo foram implantados no contexto da luta antirracista. O Dia da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro, possibilita a reflexão da trajetória percorrida por movimentos sociais em busca de igualdade. “Este dia é uma ação idealizada nos anos 70 por alguns setores do movimento negro brasileiro como uma estratégia de denúncia ao racismo. Após inúmeras iniciativas nessa linha ao decorrer das décadas seguintes, o Brasil veio reconhecer essa superação do preconceito racial recentemente, no início do século XXI, como conseqüência e conquista de formulações unificadas dos movimentos negros”, afirmou a diretora do Campus dos Malês, professora Matilde Ribeiro.

Matilde Ribeiro, diretora do Campus dos Malês, em São Francisco do Conde/BA. É professora, pesquisadora e ativista do movimento negro foi a primeira ministra da Secretaria de Políticas da Promoção da Igualdade Racial (Seppir), no governo de Luís Inácio Lula da Silva. Foto: Assecom/Unilab.

Essa trajetória na busca por igualdade racial teve um impacto na educação, que é um dos principais meios de conscientização da população. No Brasil, ações nessa área foram direcionadas com o objetivo de equilibrar a quantidade de pessoas afrodescendentes em universidades e no mercado de trabalho, assim como a inserção dessa cultura nas escolas.

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Fonte: Assecom/Unilab

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